Comércio eletrônico

Francisco Maia
Presidente do Sistema Fecomércio-DF (Fecomércio, Sesc, Senac e Instituto Fecomércio)

A segunda lei de Newton ensina que, nas transformações da humanidade quem vence não são os mais fortes, porém aqueles que melhor se adaptam às mudanças. O comércio eletrônico assusta porque é novo, mas protege porque é o retrato do futuro. Será uma revolução no comércio.

O comércio eletrônico surgiu com a evolução das tecnologias pela internet, com objetivo de complementar o processo de vendas e eliminar intermediários da cadeia de suprimento, a fim de auxiliar na globalização da economia através da parceria e negócios. Primeiro surgiram as moedas, mais alguns séculos e o mundo veria surgir o conceito do papel-moeda. Não demorou muito para aparecer o cheque. O final desta evolução nós conhecemos. Com a modernização do sistema bancário, impulsionada pelos recentes avanços tecnológicos, finalmente surgiu o cartão de crédito que se espalhou rapidamente por todo o mundo. Eles ajudaram a criar a base sobre a qual o comércio eletrônico iria se apoiar.

O mais importante de tudo é que no comando do processo está o comércio. No início, o comercio eletrônico surgiu com um catálogo. Em 1888, mais de um século antes do surgimento da internet, o norte-americano Richard Sears começou a vender produtos à distância através de um sistema de catálogos. A ideia era simples, porém brilhante: atender às regiões mais remotas do país sem abrir lojas físicas ou viajar com os produtos em si. Como vêem, não há porque ter medo do futuro, pois o passado ensina a segurança das vendas à distância.

Para atender às inovações das empresas de Brasília, a Fecomércio-DF realizará no dia 17 de outubro, das 8h30 às 17h30, no Centro Empresarial da CNC, em Brasília, o Encontro de E-commerce – A Realidade do Novo Comércio. O objetivo é levar ao empresariado uma reflexão para uma mudança de atitude, compreendendo a urgente necessidade de realizar avanços nos seus empreendimentos.