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Com empresas fechadas, Fecomércio diz que arrecadação do DF pode cair até 40% e pede adiamento de impostos

Além de afetar a saúde da população e das empresas, a chegada do novo coronavírus ao DF também impacta diretamente as contas da capital do País. Até o dia 31 de dezembro, a equipe econômica do Executivo local prevê redução de até R$ 2 bilhões na arrecadação de tributos. O fechamento dos setores de comércio, serviços e turismo são os principais motivos para a expectativa negativa do governo. A Fecomércio informa que boa parte dessa quantia que deixará de ser arrecadada vem do Simples, regime tributário específico para os pequenos negócios, onde a maioria dos empreendimentos da capital estão enquadrados. Segundo a Federação, sem funcionar as empresas não tem como pagar os impostos.

O presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, explica que a média de arrecadação do Simples é de R$ 36,7 milhões, quando o comércio funciona normalmente. “Com as portas fechadas, essa arrecadação pode cair em torno de 30% a 40%. Os comércios que ainda estão abertos, como os postos de gasolina, mercados e farmácias, são os que podem salvar a arrecadação deste mês”, informa Francisco Maia. A cobrança do Simples é realizada no dia 20 de cada mês, sobre o valor do mês anterior. “No mês de março, foram recolhidos os valores relativos a fevereiro, quando o comércio funcionava normalmente. O impacto mesmo será na próxima arrecadação, no dia 20 de abril”, explica Francisco Maia. A Fecomércio pediu ao GDF o adiamento de alguns impostos, como o IPTU, para ajudar no fluxo de caixa das empresas locais.

O vice-presidente da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Valdeci Cavalcante, também está preocupado com a situação no País. Ele destaca que as empresas estão passando por dificuldades com o fechamento das portas. “Com o atual cenário de confinamento e engessamento das empresas, os empresários precisam batalhar para manter o quadro de empregados, fazendo esforço para pagar os salários”, diz. Em relação aos impostos, Valdeci orienta os empreendedores a parcelarem os seus tributos em uma data futura, já que os comércios não estão funcionando e reforça que sem vendas não tem como pagar imposto.

Neste cenário de incertezas, a Fecomércio vem trabalhando junto com o Executivo local para diminuir os prejuízos. A Federação obteve com o BRB uma linha de crédito orientado, no valor de R$ 1 bilhão, para empresários filiados aos sindicatos empresariais. Além disso, também foi criado uma sala de situação para acompanhar informações sobre o coronavírus. O grupo está atento a novidades do governo e passando informações para os sindicatos e empresários da cidade.

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