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Violência real

por acm

Em qual momento de nossas vidas, buscar um filho na escola se tornou uma tarefa tão perigosa? Foi quando os bandidos começaram a responder pelos seus crimes em liberdade? Quando menores passaram a cometer assassinatos? Ou quando a falta de gestão pública se traduziu em violência? Posso aceitar que são perguntas difíceis, mas não deixo de me indignar com a morte do servidor Eli Roberto Chagas, assassinado no Guará 2, na semana passada. Assim como não aceito as declarações das autoridades. Até aqui, tudo o que temos escutado é que os números estão caindo, que não é possível colocar um policial em cada esquina e que são fatos isolados. Chegaram ao cúmulo de dizer que foi uma fatalidade!

Neste caso, só pode ter sido uma fatalidade se estivermos nos referindo a uma omissão fatal do governo. Isso, sim, está claro: o Estado brasileiro está falido. Há muito tempo, em todas as capitais, os governos demonstram não ter capacidade de garantir a segurança do cidadão, assim como não entregam educação, saúde e transporte. A morte desse pai de família abre uma ferida brutal na sociedade e podemos dizer que existe uma sensação de temor. Os cidadãos saem de casa hoje e não sabem se voltam. Não adianta dizer que o número de assaltos e homicídios no DF diminuiu no ano passado, pois essa fala não afasta o medo.

A mesma estatística pode ser vista da seguinte forma: a área onde o senhor Eli foi morto é, há décadas, uma das mais perigosas de Brasília. Ou seja, nós temos é que enfrentar os dados, não recortá-los. Evidentemente que a violência não acabará com uma canetada, mas é preciso fazer algo. O diretor da escola, padre Ademar Tramontin, afirmou que já havia solicitado apoio fixo da PM no local, mas não conseguiu porque não há efetivo. Esse é um problema real. As policias do DF precisam de mais efetivo, tanto a militar quanto a civil. Existe uma constatação nisso tudo. Creio que a população prefere ver mais policiais em ação do que ouvir justificativas para o injustificável.

Adelmir Santana
Presidente do Sistema Fecomércio-DF (Fecomércio, Sesc, Senac e Instituto Fecomércio)

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