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Pacto por Brasília

por acm

Adelmir Santana

Presidente da Fecomércio-DF, entidade que administra o Sesc, o Senac e o Instituto Fecomércio no Distrito Federal

 


 

A maioria das empresas trabalha de olho em dois preguinhos: o da receita e o da despesa. Por motivos lógicos, o último nunca pode ser maior do que o primeiro. Caso contrário, o resultado é um rombo no orçamento. Em termos bem simplistas o governo deve agir da mesma maneira. Desse entendimento, partem nossos elogios iniciais ao Pacto por Brasília, anunciado pelo governador Rollemberg. A nova administração do GDF acerta ao tentar superar a crise com medidas que envolvem corte de gastos e redução da máquina. Esse é um passo importante para sanear as contas.

Da mesma forma, também merece reconhecimento a iniciativa de buscar justiça fiscal e abrir um diálogo com a população. Pelo menos oito das 21 medidas anunciadas precisarão de aprovação da Câmara Legislativa para entrar em vigor. Desejamos que nessa etapa elas sejam devidamente debatidas pelos deputados distritais, de modo que não prejudiquem os cidadãos ou segmentos envolvidos. E é louvável a atitude do governo de levar as propostas para um fórum de discussão. Não há nada mais perturbador para o setor produtivo do que ser surpreendido com leis aprovadas ao apagar das luzes.

O que nos causa certa aflição, no entanto, são as propostas que implicam em aumento de impostos. Nesse ponto, volto a dizer: precisamos resolver a crise por meio do preguinho da despesa, com enxugamento da máquina, e não por meio do preguinho da receita. Cada vez que o Estado aumenta um imposto isso provoca traumas. Diante de um cenário nacional também de crise e de elevação de taxas pode ser que o contribuinte não tenha mais condições de arcar com aumento de alíquotas. Eu sei que foram anunciados cortes em alguns itens da cesta básica e em medicamentos, mas o impacto no preço final será pequeno. O ideal seria que essas mercadorias sequer fossem tributadas. Como não vivemos em um mundo ideal, tudo o que diz respeito a aumento de impostos nos aflige.

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