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Número de famílias endividadas sobe no primeiro mês do ano, afirma CNC

imagem-peic-portal-janeiroAs famílias brasileiras começaram o ano mais endividadas, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), realizada mensalmente pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). De acordo com o estudo, o percentual de endividados aumentou em relação ao mês de dezembro e em comparação ao percentual anual. O índice de pessoas com contas em atraso em janeiro alcançou 61,6%, superior aos 61,1% observados no mês de dezembro de 2015. Já no mesmo período do ano passado, o índice era de 57,5%.

A proporção de famílias com dívidas ou contas em atraso e as que disseram não ter condições de pagar suas contas também aumentou nas duas bases de comparação. O percentual de famílias inadimplentes cresceu de 23,2%, em dezembro de 2015, para 23,7%, em janeiro de 2016 – o maior patamar desde setembro de 2011. Já proporção das que se declararam muito endividadas, subiu de 13,5%, em dezembro de 2015, para 13,6%, em janeiro deste ano.

No entendimento da economista da CNC, Marianne Hanson, o resultado da pesquisa mostra uma diferença em relação aos outros anos. Segundo ela, janeiro é geralmente um período mais favorável para as famílias se reorganizarem financeiramente após o recebimento do décimo terceiro salário.

“Podemos creditar a piora nos dados de endividamento e inadimplência no início de 2016 ao momento ruim em que se encontra o mercado de trabalho de todo o País. Várias pessoas perderam os seus postos de trabalho, o que ocasiona uma dificuldade das famílias em quitar as suas contas”, avalia Marianne. Ela lembra ainda que o custo elevado do crédito e a renda que está crescendo abaixo da inflação também ajudaram para o aumento dos endividados.

Segundo Marianne, não existe uma perspectiva de melhora nos índices nos próximos meses. “O primeiro semestre geralmente é marcado por reajustes de preços e tarifas, e o mercado de trabalho também é desaquecido neste período, o que deve manter a taxa de inadimplentes e endividados elevada”, lamenta a economista da CNC.

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