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Mercado de trabalho para design de interiores é amplo e absorve mão de obra qualificada

Criatividade e inovação para desenvolver projetos funcionais são algumas características fundamentais para quem quer atuar na área de design de interiores. Com consumidores cada vez mais exigentes e o segmento em expansão, o profissional que quiser se destacar e se manter no mercado, conquistando cada vez mais clientes, deverá estar bem preparado. Para atender à demanda do mercado, o Senac-DF oferece desde 2009,  o curso Técnico em Design de Interiores. Até o primeiro semestre de 2015, foram 110 alunos formados. A próxima turma está prevista para iniciar em 20 de julho.

Ideal para quem quer atuar na área e busca uma profissionalização mais rápida e voltada para a prática, o curso técnico tem carga horária de 1.120 horas, o que equivale a uma duração aproximada de 10 meses. “O curso é muito completo. O aluno sai daqui sabendo AutoCad, ScketchUp, projetar ambientes e móveis. Aprende também paisagismo e luminotécnica. Ele dá realmente a base para começar na profissão. Depois o aluno completa a formação com o estágio, que dá uma visão real do que é o mercado”, explica a arquiteta Giselle Medeiros, instrutora do Senac-DF.

Após a conclusão do curso, o profissional pode atuar em escritórios de projetos de interiores, empresas especializadas em materiais e revestimentos, construtoras e imobiliárias, lojas de móveis, decoração e iluminação, com vínculo empregatício ou como prestador de serviços, individualmente ou integrando equipes multiprofissionais. “Aqui em Brasília os alunos encontram muito trabalho em lojas de móveis planejados, de materiais de construção e em lojas mais direcionadas ao público de maior poder aquisitivo, que oferecem serviços além da venda, como orientações e até projetos”, destaca Giselle. “Outra área boa é trabalhar com imagens. Fazer projetos em 3D. Para quem gosta, o interessante é fazer parcerias com outros profissionais, com escritórios e imobiliárias para produzir esses folders que entregam na rua”, completa.

Aluna de uma turma que encerrou as aulas em maio, Mirian Alves Aguiar Vasconcelos sempre gostou de decoração e se surpreendeu já no início do curso, quando percebeu que o profissional de decoração teve suas funções modernizadas e ampliadas, com vários segmentos. Segundo ela, três fatores foram decisivos para escolher o Senac: a imagem positiva da instituição, o preço e por ser credenciado ao Ministério da Educação. Miriam espera ter uma boa oportunidade de trabalho. “Gostaria de trabalhar na área de decoração e paisagismo, pois tenho experiência nessa área em condomínios horizontais no Lago Sul, onde decorei o Ville de Montagne para festas temáticas como Natal, Páscoa e Dia da Criança”, afirma.

Trabalhos

A turma mais recente do curso Técnico em Design de Interiores concluiu as aulas em maio. Em junho, os alunos iniciaram o estágio supervisionado em empresas parceiras do Senac. No total, 11 alunos terminaram o curso e apresentaram os projetos de conclusão para uma banca formada por profissionais e professores da área. Os projetos foram desenvolvidos sob a orientação da instrutora Giselle Medeiros durante dois meses e meio. “Nesse tempo, os alunos utilizaram a estrutura do ateliê de projeto e do laboratório de informática da instituição, a fim de terem o melhor suporte possível para os seus trabalhos”, afirma.

Para desenvolver o projeto de final de curso, o aluno escolheu a tipologia que gostaria de trabalhar: casa, apartamento, restaurante ou loja. O perfil do cliente, como seus gostos e necessidades, foi sorteado para cada aluno. De acordo com a instrutora, os estudantes também foram condicionados ao cumprimento de diversos prazos de entrega, para cada etapa do projeto, assim como ocorre na vida profissional. “Após essas escolhas, os alunos desenvolveram planta de layout, memorial descritivo, concept board (plano de conceitos e referências de projeto). maquete eletrônica em 3D, plantas de piso, de forro, de instalações e de iluminação, além de detalhamentos de marcenaria e de áreas molhadas e paisagismo”, explica.

Os trabalhos apresentados à banca contaram com maquetes eletrônicas, que facilitam o entendimento dos projetos e foram desenvolvidas no software SketchUp, que atualmente é um dos programas mais utilizados para modelagem 3D em diversas áreas, como design e arquitetura, e que faz parte da grade curricular do curso Técnico em Design de Interiores. Por meio da maquete eletrônica é possível visualizar como ficarão os ambientes que estão sendo projetados, inserindo objetos, cores e materiais iguais ou similares aos reais. “A parte técnica do projeto não pode ser esquecida. Todas as medidas e especificações para a execução dos projetos constam nas plantas e detalhamentos que, após as decisões preliminares em prancheta, são completamente desenvolvidos no software AutoCad, que também faz parte da grade curricular do curso”, explica a instrutora Giselle.

A aluna Uédina Cristina de Freitas Arruda teve que elaborar o projeto de um apartamento para um casal sem filhos, na faixa de 30 anos, que gosta de um estilo mais moderno e industrial, explorando materiais aparentes. Para ela, a montagem do projeto final foi tranquila, graças à segurança que obteve com os conhecimentos passados pelos professores.  “A melhor parte do curso foi ver o projeto finalizado do jeito que foi imaginado no início, pois a gente aprende sobre briefing, concept board, memorial descritivo, planta de layout, planta de iluminação, planta de piso, e o 3D onde a gente coloca tudo que foi pesquisado”, afirma Uédina, que decidiu fazer o curso porque sempre gostou e se identificou com a área. “Tenho facilidade em harmonizar ambientes. Além disso, desde pequena estou neste meio, que envolve a construção civil e marcenaria, pois meus familiares também trabalham nesta área”, explica.

A uruguaia Gabriela Alejandra Tejera Altiera, de 50 anos, sempre trabalhou como corretora de imóveis. Decidiu fazer o curso técnico em 2012 para ajudar o marido, que é dono de uma corretora de imóveis. “Fiz o curso porque gosto dessa área de design e também porque queria me profissionalizar, pois comecei a cuidar das reformas dos imóveis adquiridos pela empresa e achei melhor me capacitar para facilitar o trabalho”, afirma. Gabriela trabalha com projetos de armários, iluminação, gesso e a parte de reforma, demolição e construção com a supervisão de arquitetos e engenheiros. Entre os projetos que já fez estão vários apartamentos e uma loja de suplementos, da qual é proprietária. “Além dos suplementos, vendo produtos naturais e roupas para malhar. Fiz o projeto e a decoração de toda a loja”, destaca.

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