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Intenção de consumo das famílias brasileira cai a nível histórico

A intenção de Consumo das Famílias brasileiras (ICF) atingiu a mínima histórica pelo sétimo mês consecutivo, registrando 81,8 pontos no mês de agosto – 5,9% menor do que no mês anterior, com recuo de 32,3% em relação ao mesmo período do ano passado. É o que aponta pesquisa divulgada nesta quarta-feira (19) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Desde maio deste ano, o ICF vem se mantendo abaixo de 100 pontos, valor que indica pessimismo.

Para o economista da CNC, Fábio Bentes, a queda na intenção de consumo de bens duráveis e a decadência na perspectiva de consumo dos brasileiros foram os principais pontos que derrubaram mais uma vez o ICF. “O quesito que registra a maior queda na comparação anual é a intenção de compra de bens duráveis que caiu 49,5% na comparação com o ano passado. Essa baixa foi causada principalmente pela alta das taxas de juros que estão a níveis historicamente elevados, o que deixa a confiança de compra bem baixa, pois o consumidor sabe que não terá condição de honrar as prestações”, afirma Bentes. “A perspectiva de consumo caiu 46,7% em relação a 2014, isso ocorre quando o cidadão olha para o futuro e não tem esperança de manter o mesmo padrão de consumo que antes”, conclui Fábio.

Os subíndices que medem a percepção em relação à situação atual de renda e emprego são os únicos que se mantêm acima de 100 pontos. Apesar disso, para 32,1% dos entrevistados o nível atual de renda é considerado insatisfatório – percentual recorde na série histórica da pesquisa. Em agosto de 2014 essa taxa era de 15%. O índice registrou quedas de 4,4% na comparação mensal e 26,6% ante o mesmo período do ano passado.

A CNC acredita que a combinação entre a queda no ritmo de atividade econômica e o atual nível de inflação contribui para reduzir as chances de reversão desse quadro em médio prazo. Diante da deterioração das condições de consumo, a Confederação reduziu a expectativa quanto à variação do volume de vendas para o varejo restrito em 2015: de queda de 1,9% para recuo de 2,4%. Apropriando-se o desempenho esperado pelos segmentos de materiais de construção e comércio automotivo, a previsão da CNC para o fechamento do ano corrente aponta para uma queda de 6,5%.

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