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Fecomércio ajuda a debater soluções para o setor produtivo do DF em audiência na Câmara dos Deputados

Entidades do setor produtivo da capital federal se reuniram em uma audiência pública proposta pelo o deputado federal Izalci Lucas (PSDB-DF), nesta terça-feira (24), na Câmara dos Deputados. O objetivo da reunião foi debater o atual cenário econômico do Distrito Federal e Entorno. Durante o encontro, os representantes das entidades apontaram soluções para alavancar a economia brasiliense, tais como: acabar com a burocracia e a morosidade do Estado, diminuir a máquina pública, combater a corrupção e a pirataria, além de criar meios de incentivos aos empresários brasilienses.

O mediador da audiência, deputado Izalci Lucas, disse que sua intenção ao convidar os representantes do setor produtivo para debater os desafios econômicos do DF é estabelecer um diálogo social para tentar superar a crise econômica e conter o fechamento de empresas em Brasília. Como colaboração, o presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, citou que é necessário que os governantes tenham a preocupação com os “dois preguinhos”: o preguinho das contas a pagar e o das contas a receber. “É simples quando o Estado encontra a solução por meio das contas a receber, aumentando os impostos. A sociedade não está mais disposta em contribuir com essa carga tributária excessiva. Neste aspecto, na medida em que se acrescenta alíquotas, cresce também a informalidade e o número de lojas fechadas”, ressaltou Adelmir.

Entre os pontos abordados como solução para que a economia volte a se desenvolver no DF, Adelmir Santana disse que é necessário que haja um choque de gestão, em que os gastos públicos sejam otimizados. O presidente da Fecomércio-DF também expressou a urgência de se criar um canal de diálogo com os empreendedores. “A retomada do crescimento passa pela união dos esforços do governador com o setor produtivo. Não é possível que se crie tantas leis e projetos sem que o empresariado seja sequer indagado”, argumentou Adelmir.

O presidente da Fecomércio-DF salientou ainda que em vez de aumentar os impostos o governo deveria fiscalizar a entrada de produtos no DF. “Necessitamos de uma fiscalização ostensiva em toda a nossa fronteira, que é enorme. Hoje, o DF é um convite a sonegação e a evasão fiscal em razão do descontrole da fiscalização. Existe uma prática diária de comercialização de mercadorias que em nada contribui para o desenvolvimento local, que na verdade só cria uma concorrência predatória com os quem estão legalmente estabelecidos e em dia com os seus deveres”, disse.

Adelmir apontou ainda que para o Brasil voltar a ser um País sério é necessário combater a corrupção, umas das mazelas que mais corroem a crescimento econômico da nação – Estudo da Organização das Nações Unidas (ONU) aponta que todos os anos o Brasil perde mais de R$ 200 bilhões em decorrência do desvio de verba pública.

Já na opinião do presidente da Fibra, Jamal Bittar, a morosidade do Estado é um dos principais gargalos para o desenvolvimento do setor produtivo do Distrito Federal. “O desenvolvimento econômico do DF tem sido debatido há bastante tempo e com muita intensidade. Porém, nada é feito. O rigor da lei impede que o empresário evolua e possa contribuir com o avanço da economia. Hoje, temos uma legislação trabalhista e tributária extremamente excessiva o que só cria barreiras para o avanço”, ressaltou Jamal. O presidente da Fibra salientou ainda que o governo precisa ser mais participativo e dialogar mais com os empresários. Em complemento, o Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas do Distrito Federal (CDL-DF), Álvaro Silveira Júnior, afirmou que as secretarias de governo precisam ser mais parceiras, criando um entrosamento visando o futuro de Brasília.

No entendimento do presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), Cléber Pires, a cada ano que passa o governo arrecada mais impostos e nada é feito para em prol do setor produtivo da região. Segundo ele, 25% das empresas localizadas no Plano Piloto fecharam as portas. Também estiveram presentes no debate o 3º vice-presidente da Fecomércio, Fábio de Carvalho, o presidente do Sindicato do Comércio Atacadista do Distrito Federal (Sindiatacadista-DF), Roberto Gomide; o superintendente do Sindicato das Empresas de Serviços de Informática do Distrito Federal (Sindesei-DF), Tiago Piu Reis; o superintendente da Fecomércio-DF, João Vicente Feijão; o assessor de planejamento da Fecomércio, Carlos Baião; e o assessor parlamentar da Federação, Athayde Passos da Hora.

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