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Conheça a história de casais que se uniram para abrir uma empresa ou trabalhar juntos

Confiança, cumplicidade e apoio mútuo são alguns dos pontos positivos na hora de se aventurar no ramo dos negócios com o cônjuge. Porém, nem sempre é fácil separar os desafios e problemas do mundo empreendedor do relacionamento pessoal. São vários os pontos positivos e negativos de abrir uma sociedade com o parceiro amoroso. Mas, com a união é possível conciliar as duas realidades e construir uma vida de sucesso, tanto nos negócios, quanto no amor. É o que mostra casais apaixonados que abriram negócios de sucesso na capital federal.

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Entre eles estão Juliana Ribeiro e Walker de Alencar, responsáveis pela Wendy Tecnologia, empreendimento que realiza consultoria e construção de software. Os dois se conheceram em um canal de discussão do Google, estabeleceram contato no Gtalk e se encontraram pessoalmente em uma reunião de negócios de Tecnologia da Informação em Brasília, em 2001. Juliana explica que um dos motivos para abrir a empresa com Walker foi por causa da expertise dos dois em uma área em comum, a de TI.

“Nos conhecemos por causa do trabalho e uma coisa foi levando à outra, depois nos casamos e o fato dele ser meu marido e ter conhecimento técnico sobre o assunto foi o ponta pé inicial para a nossa empresa”, explica Juliana. Ela diz ainda que antes de abrir negócio com seu Walker, ela tentou gerir uma empresa com outras duas sócias, mas acabou tendo problemas. “Acredito que uma das vantagens de se abrir um negócio com o marido é que se houver roubo, pelo menos vai para dentro de casa”, brinca a empresária.

No começo da empresa, em 2013, Juliana explica que a relação ficou desgastada, pelo fato de o casal ainda não saber separar as coisas. “No início, se brigávamos na sociedade, tinha briga em casa também, ficava com raiva do marido e do sócio. Já tivemos várias discussões por causa da empresa, até porque temos o perfil de liderança muito parecido”, acredita Juliana.

“Quando tem briga eu apanho duas vezes. Até hoje ainda acontece, mas sabemos lidar um pouco melhor. Porém, no começo foi um pouco difícil”, afirma Walker. Os dois chegaram a fazer um curso com uma psicóloga, no qual a profissional faz um trabalho para identificar o temperamento dos sócios para ensinar os dois a trabalharem melhor em conjunto, suprindo o perfil um do outro. “Depois do curso, começamos a entender como funcionava os pensamentos de cada um, assim começamos a lidar melhor um com o outro. O meu perfil é planejador e o dela é executor, um completa o outro”, diz Walker.

 // Afininidade

Os namorados Carlos Alexandre Marochio e Rosana Lima Rocha estão juntos há oito meses, se conheceram na academia e começaram a trocar ideias e dicas sobre empreendedorismo, tudo sem muita pretensão. “Conversamos tanto que um dia surgiu a ideia de criar um projeto juntos. Carlos já tinha planos de sair da multinacional que trabalhava e procurava um ramo em que pudesse investir. Eu já empreendia na área de gastronomia e confeitaria há 10 anos e criei um bistrô para atender à demanda dos meus seguidores. Foi aí que surgiu a ideia de tocar o projeto juntos e amplia-lo, com novos conceitos”, afirma Rosana. Ela diz ainda que a afinidade foi o que tornou o sonho em realidade.

Foi assim que surgiu a La Brum, um conceito de café e confeitaria, com foco em uma alimentação saudável. Como principal benefício de gerir o negócio com a namorada, Bruno destaca a afinidade. “Sem dúvida um dos benefícios de ter uma sociedade com o companheiro é o carinho, amor e a afinidade. Ambos trabalham em prol do casal, com objetivos e planos em comum, é muita dedicação”, afirma Carlos.

O casal diz ainda que é um pouco difícil fugir das brigas, mas ambos conseguem fazer com que a empresa cresça e ofereça um serviço de qualidade aos clientes. “Passar o tempo inteiro junto não chega a ser um problema, mas muitas vezes acontece um estresse e acabamos levando os problemas para fora do empreendimento, mas nada fora do controle”, afirma Carlos.

// Cumplicidade

Interessados em investir no ramo de concursos, o casal Victor Maia e Tarsila Ceolin se uniram e são sócios do QualConcurso, um software online para estudos, que possui áreas dotadas de tecnologia e ferramentas fundamentais para os processos de preparação e de avaliação da performance do usuário. O portal também cria uma grade de estudos e monitora o desempenho do cliente, com o objetivo de acelerar a aprovação do contratante.

Apaixonados e juntos desde fevereiro de 2011, eles destacam que o amor e, principalmente, a cumplicidade do casal extrapolam tranquilamente os limites da casa para o trabalho. “Decidi investir no ramo de concursos por conhecer da área. Tenho uma trajetória na vida de concurseiro. Comecei em 2009 e de lá para cá já passei no concurso de Especialista em Finanças da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), fui aprovado para Analista de Finanças e Controle da Controladoria Geral da União (CGU) e para Perito da Polícia Federal, em 2013”, explica Victor.

Com a expertise adquirida durante o tempo de estudos, ele resolveu comunicar à esposa, que é publicitária, especialista em Marketing e com experiência de mais de 15 anos no mercado, que tinha descoberto um segmento que desejava empreender e gostaria que ela participasse da empreitada usando todo o seu conhecimento e experiência na área, iniciando assim a vida de casal no mundo dos negócios.

 // Marido cliente

Já o casal Andreia Azevedo e José Paulo Furtado, encontraram um jeito diferente de se unir no empreendedorismo. Ao invés de serem sócios dos próprios negócios, um auxilia o outro. Andreia Azevedo presta serviço de assessoria de comunicação à empresa do marido, a N produções, um empreendimento de educação executiva. Andreia oferta todos os serviços de comunicação e publicidade. “Ele é meu cliente, o que é mais difícil do que ser sócio”, diz.

Eles se conheceram há sete anos por conta de amigos em comum, quando começaram a namorar Andreia era funcionária de uma multinacional e José Paulo já era empresário. “Ele não me deu muita força para ser empresária”, esbraveja Andreia, contando que seu marido tinha medo de ter dois empreendedores dentro de casa.

“Quando ela decidiu ser empresária eu já tinha a empresa há cinco anos. Eu, particularmente, falava que era bom ter alguém com salário fixo em casa, dizia que se aventurar no setor produtivo é um risco muito alto. Tinha receio, mas o que acabou acontecendo é que decidimos nos ajudar, e agora trabalhamos juntos”, afirma José.

Andreia afirma que com o dois trabalhando juntos, o relacionamento melhorou. Pois existe uma compreensão melhor por saber o que o outro está passando no cotidiano de trabalho. “Ele sabe os bastidores do meu negócio e eu dos dele. Ele conhece minha equipe e minha rotina”, afirma Andreia. Em relação às brigas, o casal diz que até se adaptar à realidade foi difícil. “Hoje já conseguimos separar e lidar com alguns problemas”, acrescenta. José Paulo brinca e diz que quando tiverem filhos já vai ter um computador separado para eles fazerem as planilhas das empresas.

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