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Concurso vai escolher a marca que representa a identidade de Brasília

concurso-marcaO concurso Marca Brasília foi lançado nesta terça-feira (25), no UniCeub, com o objetivo de desenvolver uma identidade visual para a capital da República, e assim, aumentar a promoção da cidade. A ação é fruto de uma parceria entre a Câmara Temática de Turismo da Fecomércio, o trade turístico local, um grupo de universidades e o Sebrae. O concurso será aberto a qualquer cidadão que atender o edital técnico de participação, respeitando períodos e fases.  No final, depois de passar por um crivo técnico, as marcas finalistas serão escolhidas pela própria sociedade, por meio de votação popular.

O presidente da Fecomércio, Adelmir Santana, ressaltou que a marca é apenas o início de uma série de projetos que a Câmara de Turismo da Fecomércio está preparando para aumentar o fluxo de turistas na capital do País. Nesse contexto, a criação de um identidade visual que represente Brasília é um caminho para ressaltar os atributos da cidade e ajudar a fortalecer o turismo. “Aliado ao lançamento do concurso para eleger a marca, teremos ainda outras atividades como o lançamento de um grande portal sobre a cidade e um plano estratégico para o turismo que será entregue ao GDF e a subsecretaria de turismo”, ressaltou o presidente Adelmir Santana. Ele afirmou ainda que nesse processo de promoção da cidade será necessário revitalizar os equipamentos públicos para receber bem os turistas e trabalhar pela união entre todas as entidades e serviços para que  Brasília se torne, definitivamente, um cidade receptora.

O secretário de turismo do DF, Jaime Recena, esteve presente no lançamento do concurso e avaliou a iniciativa como importante para desmistificar os preconceitos existentes relacionados a Brasília. “É um grande concurso que se inicia. Hoje, existe uma resistência contra nossa cidade muito por conta da associação com a política. Acredito que uma das maneiras de se enfrentar isso é criando uma identidade, reafirmando que Brasília vai além do Congresso Nacional”, afirmou. “Somos o terceiro polo gastronômico do País, temos mais de 70 parques urbanos no DF, entre eles o segundo maior do Brasil e também somos considerados patrimônio cultural da humanidade. Temos enormes qualidades e precisamos mostrar isso aos visitantes”, ressaltou Recena.

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Distrito Federal, Luis Afonso Bermudez, disse que a posição do Sebrae é apoiar o crescimento de um dos segmentos mais importantes para a economia do DF: o turismo. “A marca é muito importante para sabermos o significado de Brasília, e ter conhecimento que turismo é mobilidade, é sair de onde estamos e ir para outro local, e isso só acontece se tivermos um reconhecimento forte, como marca. O Sebrae não poderia estar de fora desse movimento tão engrandecedor”, disse Bermudez.

Já o deputado distrital Wasny de Roure, que também faz parte da recém criada Frente Parlamentar do Turismo, disse que batalhará para aperfeiçoar iniciativas de caráter legislativo para apoiar o turismo na capital do País. Ele ressaltou a importância de reformular o Fundo de Turismo, que se tornou inoperante desde a criação. “É necessário que comece com passos pequenos e se torne concreto. Esse concurso somará para a construção de um novo momento para o nosso País, em particular para a capital da República”, afirmou.

Concurso 

O concurso será aberto a qualquer cidadão que atender o edital técnico de participação, respeitando períodos e fases.  No final, depois de passar por um crivo técnico, as marcas finalistas serão escolhidas pela própria sociedade, por meio de votação popular. Tudo isso visando proporcionar os sentimentos de pertencimento, orgulho e identidade para o brasiliense, além de fortalecer o turismo local. Depois de eleita, a utilização da logo será gratuita, condicionada a um manual de boa utilização, sob a guarda das entidades realizadoras.

Projeto

A integrante da Câmara Temática de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio e presidente da Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do DF (ADVB/DF), Cláudia Maldonado, apresentou aos presentes no auditório do UniCeub o projeto Marca Brasília. Durante sua explicação, Cláudia destacou que destinos turísticos consolidados no Brasil e no mundo tem uma imagem própria. Brasília precisa seguir esse caminho. “De um concurso nacional de arquitetura nasceu o plano piloto da capital federal. Nada mais justo do que a marca da cidade ser escolhida pela população, por meio de um concurso”, destacou. Ela explicou ainda que haverá várias fases, depois as propostas serão avaliadas por um juri, com representantes de entidades e empresários, que definirão dez marcas. “Depois iremos enviar as escolhidas para um grupo de docentes das universidades, para um olhar mais técnico sobre o trabalho. Por último, a sociedade escolherá a marca vencedora por meio de uma votação online”, ressaltou Cláudia.

Palestra

Durante a cerimônia de lançamento do concurso Marca Brasília, o presidente da Associação Brasileira das Empresas Aéreas, Eduardo Sanovicz, ministrou uma palestra sobre como foi a criação da marca Brasil, há 12 anos, e como o projeto engrandeceu o País como destino turístico. “Fizemos um conjunto de pesquisas por 18 países, os maiores emissores de passageiros para o Brasil, elaboramos um conjunto de entrevistas com turistas que nunca tinham vindo ao País e com alguns que acabaram de conhecer o Brasil. Além disso, foram realizadas outras 200 reuniões com profissionais da cadeia produtiva e fora dessa cadeia, como estudantes da área, responsáveis pelo ramo hoteleiro, comerciantes e etc”, disse.

Eduardo Sanovicz explicou que uma marca não surge apenas com intenções e desejos. “Após o primeiro processo, fizemos um concurso nacional, com 85 propostas, houve uma pré-seleção e a decisão da marca final foi unânime. Escolhemos aquela que incorporava as características culturais e pessoais do povo brasileiro. Em 2016, a marca completou 12 anos, e ainda está em atividade, sendo usada”, explicou. Ele salientou os resultados expressivos que o Brasil colheu após o lançamento da marca. O País teve uma evolução no número de eventos internacionais, se inserindo entre os 10 maiores receptores de eventos. Além disso, antes da marca ser implementada o volume de dólares deixados no Brasil era de 5,5 milhões, em 2003; Após a campanha, esse número subiu para 1,5 bilhões em 2006.

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