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Comércio está preocupado com a crise do coronavírus e espera queda nas vendas da Páscoa

A Páscoa é uma das datas mais importantes do ano para os comerciantes. Mas em tempos de pandemia, muitos empresários se viram obrigados a mudar alguns planos. Em todo o Brasil, a Confederação Nacional do Comércio (CNC), espera uma queda nas vendas de 31,6% em relação a 2019, o que representaria uma perda de R$ 738 milhões. De acordo com o estudo, o faturamento do varejo deve alcançar R$ 1,598 bilhões esse ano, contra R$ 2,336 bi no período passado.

Em 2019, os comerciantes brasilienses esperavam um crescimento de 11,47% nas vendas da Páscoa, em comparação com 2018, de acordo com pesquisa do Instituto Fecomércio. Para este ano, com o comércio fechado, a expectativa é de queda. Para o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Francisco Maia, os que mais irão sofrer com os prejuízos são os comerciantes autônomos. Além disso, os mercados também podem ter uma queda na procura. “As pessoas não estão saindo de casa. É possível perceber que os mercados da cidade não estão cheios” diz. “Infelizmente, esse momento para o comerciante é péssimo, já que existia uma expectativa de lucro nessa data comemorativa”, conclui.

A empresa brasiliense Chocolates Bruksel não tem loja física e vende os produtos pela internet ou para outros comerciantes. Ela é focada em consumidores que buscam produtos de maior qualidade. No entanto, grande parte dos clientes da empresa são cafeterias que foram fechadas e estão apenas fazendo delivery e a chocolateria não vende para os grandes mercados. O chef chocolatier André Kainan conta que todo profissional que trabalha com chocolate aguarda ansiosamente por essa época do ano, mas que o momento não é animador. “Essa é a época em que mais somos procurados. Nosso público também busca nossas barras de chocolate para fabricar ovos de páscoa. Chegamos a vender barras de 1 quilo com esse objetivo. No entanto, esse ano somente o delivery não está resolvendo nossas vendas. Ou seja, estamos praticamente parados”, conta o chefe e proprietário da empresa de fabricação de chocolates.

A Cacau Show, uma das maiores redes de chocolates do País, tinha uma expectativa de faturamento antes da crise de 15%, o que representa 25% do faturamento anual da empresa. Agora a marca afirma que não tem como prever um cenário, já que é uma situação nunca antes vista no País.

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