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Comércio do DF registra quinta queda consecutiva nas vendas

As vendas nos setores de comércio e serviços de Brasília registraram queda de -1,27% e -1,23%, respectivamente, em agosto, na comparação com julho. O declínio no oitavo mês do ano registra a quinta queda consecutiva nos indicadores. No acumulado dos últimos 12 meses (ago.2014/ ago.2015), comércio e serviços apresentam um saldo negativo de -14,75%, indicando um ano de comportamento negativo em três trimestres seguidos. É o que mostra a Pesquisa Conjuntural de Micro e Pequenas Empresas do Distrito Federal, realizada pelo Instituto Fecomércio, com apoio do Sebrae.

O presidente da Fecomércio-DF, Adelmir Santana, explica que o cenário é de desaceleração no ritmo de compras pelo consumidor e retração no varejo, provocada principalmente pela atual crise econômica que o País vem enfrentando desde o início do ano. “O aumento da taxa básica de juros e a elevação de vários impostos afugentam, cada vez mais, os consumidores das lojas e explica o movimento de queda no comércio”, afirma Adelmir. “O crédito também nunca foi tão caro, o que acaba diminuindo a procura por bens duráveis, como eletrodomésticos e produtos de informática, por exemplo.” Outro ponto analisado por ele é em relação à inflação, que tem sido crescente e força o brasiliense a substituir alguns bens e serviços.

Em agosto, os únicos segmentos do comércio que registraram crescimento nas vendas foram: Tecidos (8,53%); Óticas (4,88%); Calçados (3,83) e Vestuário (1,40%). Os segmentos que apresentaram queda foram: Lojas de Utilidades Domésticas (-13,61%); Floricultura (-5,58%); Autopeças e Acessórios (-3,18%); Bares, Restaurantes e Lanchonetes (-2,84%); Móveis e Decoração (-2,28%); Farmácia e Perfumaria (-1,06%); Informática (0,63%); Mercado e Mercearia (-0,47%) e Material de Construção (-0,45%).

No setor de serviços, o destaque em vendas em agosto ficou para o segmento de Casa de Eventos (11,77%); seguido de Clínica de Estética (7,60%); Pet Shop (6,88%); Academia (6,52%); e Reparação de Eletroeletrônicos (3,32%). Os segmentos de serviços que apresentaram queda nas vendas foram: Autoescola (-11,87%); Aluguel de Artigos Para Festas (-9,38%); Ensino de Idiomas (-6,80%); Salão de Beleza (-6,06%) e Agência de Viagem (-2,81%).

Entre as formas de pagamento, o cartão de crédito foi o mais utilizado. No comércio, a modalidade respondeu por 47,69% das vendas. No setor de serviços, foi responsável por 36,37%. A Pesquisa Conjuntural é realizada mensalmente pelo Instituto Fecomércio com o apoio do Sebrae. Foram consultadas 900 empresas, sendo 596 do comércio e 304 de serviços.

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