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Brasil registra no início deste ano a primeira recuperação no emprego formal desde 2014

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostra, por meio de levantamento feito com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego, que nos seis primeiros meses de 2017 o saldo entre admissões e desligamentos de trabalhadores no Brasil ficou positivo em 67.358 postos de trabalho. Esse resultado apresenta uma recuperação em relação ao mesmo período do ano passado, quando o saldo foi negativo (-513.057). Os números também confirmam a primeira geração líquida de vagas celetistas para este período desde 2014, quando 669.697 vagas foram criadas. O setor terciário destacou-se pela geração de empregos no ensino (+54.207), na administração imobiliária (+6.312) e no comércio atacadista (+1.814), respondendo por 25% da recuperação da ocupação no primeiro semestre.

A geração de emprego tem ocorrido predominantemente nas unidades federativas com maior concentração de produção industrial e agropecuária tais como Sul, Centro-Oeste (exceto Distrito Federal) e Sudeste (excluindo-se o Rio de Janeiro, que respondeu por 35% dos cortes em vagas). Desse modo, ao contrário do ciclo anterior de geração de postos de trabalho, a recuperação do emprego deverá ser impulsionada pelas regiões economicamente mais dinâmicas do País.

Perfil das contratações
Das 67.358 vagas criadas nos seis primeiros meses de 2017, 99% (66.516) foram preenchidas por trabalhadores do sexo masculino. Esse comportamento desproporcional na distribuição de vagas pode ser explicado, em parte, pela característica na composição dessas atividades quanto ao gênero do trabalhador onde se observa predominância de homens.

Do ponto de vista do nível de escolaridade, a geração de vagas favoreceu os trabalhadores mais qualificados. De janeiro a junho deste ano, foram abertas 76.014 vagas para empregados com nível superior completo (140% mais que em igual período de 2016). Entre aqueles com nível superior incompleto, houve reversão do saldo negativo do início do ano passado. De forma ainda mais evidente, entre aqueles com nível médio completo, houve um forte contraste na geração líquida de vagas no comparativo entre os primeiros semestres de 2016 (-209.341) e de 2017 (+104.303).

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